10.03.2010 | De volta à Seleção Brasileira após se recuperar de uma fratura do nariz, a atacante Carol Mello, do Flamengo, conhece bem os segredos de um SuperSul-Americano. Em 2008, ela participou da histórica conquista da edição de São Paulo numa final na lotada piscina do Pacaembu. Por isso, pede atenção total, como as experientes Camila Pedrosa e Cris Beer, para que o enredo saia dentro do traçado pelas meninas-perfeitas.
“Lógico que vai ser difícil. Quem tem algo a perder na competição é o Brasil, que detém a hegemonia e a invencibilidade. Todos os adversários vão entrar dispostos a nos superar. Assim, temos que jogar forte o tempo todo. O objetivo é procurar fazer sempre o melhor, independente do jogo”, disse Carol Mello.
Nascida em 1988, ela tem no currículo a faixa de capitã da Seleção Brasileira no Mundial Júnior. Além do Sul-Americano-2008, marcou presença no Pré-Olímpico de Imperia, no mesmo ano. “Eu não sai da Seleção por vontade própria. Tive uma fratura no nariz justamente treinando com a Seleção para o Mundial de Roma. Fiz parte do treinamento e, por isso, acho que ganhei a confiança do Pablo Cuesta. O Brasil precisa testar o que fez nos treinamentos. Esta é a importância do Sul-Americano”, explicou Carol, que prevê novidades:
“Em Medelim, vamos testas as jogadas de a mais e a menos que trabalhamos durante os treinos em conjunto.”
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