08.03.2010 | Mantendo a tradição vitoriosa das brasileiras em Ligas Europeias (já foram seis títulos), a centro Marina Canetti, do Ethnikos, evita o clima de euforia e procura manter o foco no adversário da final da Len, o perigoso Khantys Mansys, da Rússia e que conta com os gols das casaques Ana Zubkova e Marina Gritsenko. O Ethnikos, no entanto, sabe que depende apenas das próprias forças, como demonstrou nas vitórias sobre o Ortigia, de Aniko Pelle, e o Donk, de Nomi Stamphorst.
“A vitória foi muito legal, apesar da gente ter consciência que dependia só da gente a vitória, rolava muito nervosismo. É a primeira vez na historia do clube, que ele chega na final da copa Len, o que é muito importante pro clube e pra cidade. Agora vamos continuar treinando para buscar o ouro”, disse Marina.
Ela não considera uma vantagem o fato de Gritsenko ter atuado por vários anos na Grécia. “Não conhecemos o time do Khantys, mas vamos tentar um vídeo com Patras e informações com o Donk, pois elas jogaram contra esse time na primeira fase. Não sei se é uma vantagem, o campeonato grego é bem diferente da Copa, arbitragem, torcidas, clima do jogo, e acredito que o Ethnikos seja bem diferente de anos anteriores”, afirmou Marina.
Na história das Ligas da Europa, o Brasil subiu seis vezes ao alto do pódio com Camila Pedrosa (Glyfada-2000), Cristiana Pinciroli (Orizzonte-1996) e Alexandra Araújo (Gifa Palermo-2000-2002) e Roma (2006-07).

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