08.02.2010 | Depois da classificação às semifinais do Trofeu Len, as estrelas Marina Canetti, do Ethnikos, e Nomi Stamphorst, do Widex Donk, conversaram com o site e revelaram as estratégias para o sucesso. Enquanto a equipe grega, de Canetti, optou por uma defesa forte para explorar o nervosismo do Ortígia, o Donk, de Nomi, atuou à brasileira, buscando incessantemente o gol, com disciplina tática e precisão nos arremessos. O que só comprova que, às vezes, o melhor a fazer é jogar com o regulamento debaixo do braço e de acordo com o adversário.
“Foi um bom jogo no sábado, a gente atuou muito bem na defesa, passando toda a pressão para o Ortígia. Assim, a classificação veio tranquila”, disse Canetti, que não marcou gol, mas permitiu a liberdade para a holandesa Iefke anotar quatro.
Já Nomi, nascida em 1992 e maior promessa do pólo aquático holandês, já sonha com uma eventual decisão contra o Ethnikos. “A minha esperança é essa, apesar de ainda não conhecermos o nosso adversário na semifinal. Seria bom ter a Iefke do outro lado. Não tínhamos saída, precisávamos ganhar de três gols, por isso fomos para cima. Foi uma vitória maravilhosa.”
Além das duas equipes, avançaram também o Patras, de Loulou Guillet, e o russo Khantis Mansys, das casaques Ana Zubkova e Marina Gritsenko.
Nomi é só alegria com o Donk no G-4

Iefke e Marina: uma dupla de sucesso

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